É possível atrair a atenção de investidores?
É seguro dizer que novos empresários não iniciam os seus negócios porque são especialistas financeiros ou estão particularmente entusiasmados em gastar o seu tempo desenvolvendo relatórios financeiros. Na maioria das vezes, a criação de empresas se dá pelo desejo individual de criar uma receita própria. Mas só a vontade não é suficiente para manter uma empresa. É importante que todo empreendedor entenda plenamente o que acontece dentro de seu negócio, porque essa é a única forma de planejar e delinear um crescimento interno para a companhia. Se você possui uma empresa e está tentando alavancar o seu negócio, buscando investimentos em capital, ter um plano é fundamental.
Mas como atrair esse investimento? Qual é o melhor caminho para que empresários possam demonstrar aos investidores que estão pensando nos aspectos essenciais de seus negócios, especialmente os financeiros? A melhor forma de responder a essa pergunta é se colocar no lugar de um investidor.
Ao lançar um negócio no mercado, é muito importante apresentar uma compreensão completa das finanças e das perspectivas da sua empresa. A melhor maneira de demonstrar isso é familiarizando-se intimamente com sua posição financeira, tendo a capacidade de explicar o que a empresa quer e pode fazer e de ilustrar o pensamento por trás de suas projeções. Quando você exibe comando de suas finanças, potenciais investidores sentem segurança em seu negócio, já que passam a acreditar que o mesmo respeito e preocupação apresentado com a companhia também será aplicado ao investimento.
De forma sucinta, é preciso criar uma intimidade com a forma que o negócio funciona financeiramente, bem como entender as oportunidades e desafios que surgirão em sua trajetória. (Uma análise SWOT é mais do que útil nesse momento!)
Nesse momento, é importante parar e pensar em algumas questões especificas que podem ameaçar o sucesso de seu negócio. Pergunte a si mesmo:
Você tem um plano?
Podemos começar com as perspectivas que cada negócio tem em mente. É fundamental que cada companhia possua uma compreensão completa de seus objetivos, ou seja, um plano de negócios e o entendimento próprio do potencial existente para crescer no futuro.
No início, a ideia de um plano formal e escrito pode parecer muito trabalho, com poucos benefícios. Esse, definitivamente, não é o caso. Um plano de negócios pode ser uma ótima ferramenta para empresas em qualquer estágio de desenvolvimento, não apenas para as jovens em busca de capital. Seu plano de negócios pode – e deve – ser a plataforma para entender e alavancar suas finanças e comparar os dados reais com as suas projeções.
Muitos empresários não conseguem ver o valor do planejamento e previsão regulares, qualidade que acaba afetando negativamente os seus negócios, já que nenhuma estratégia é definida para deter ameaças. O mesmo acontece para as oportunidades oferecidas ao negócio. O planejamento de como você aproveitará as oportunidades de crescimento é vital enquanto você trabalha para construir um negócio saudável e próspero.
Você revisa regularmente seu plano?
Após dedicar seu tempo elaborando um plano de negócios eficiente, com qual frequência você acha que deve revisitá-lo? O plano deve ser um documento em constante atualização e que deve ser consultado regularmente para que o andamento da companhia possa ser comparado com aquilo que foi proposto anteriormente. Grandes empresas, por exemplo, colocam grande dedicação no planejamento regular e a revisão de seu desempenho real é uma das métricas de sucesso. A revisão do seu plano deve focar principalmente no aspecto financeiro – comparando seu desempenho real com o previsto – e também na detecção de oportunidades de mercado.
Você trabalha para o sucesso de seu negócio?
Cerca de dois terços de novas empresas sobrevivem apenas dois anos e apenas metade delas chegam ao seu quinto aniversário. Com isso em mente, é importante entender quais são as principais razões que levam tantas empresas a fecharem as portas em tão pouco tempo. Algumas das principais razões são:
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- Não há demanda suficiente pelos serviços;
- Crescimento fora de controle;
- Subcapitalização;
- Negócios mal executados;
- Mercado em declínio;
- Má execução de práticas contábeis;
- Falta de planejamento.

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